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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Aula de Cidadania

PROJETO FUTURO EM NOSSAS MÃOS


BLOCO 2 - Cidadania

Tema 2.2 – Participação Social

PLANO DE AULA 2.2.A - CIDADANIA


Objetivo

Refletir com os jovens as relações existentes entre indivíduo e sociedade, e a importância de incluir a perspectiva do bem comum nos projetos de vida pessoais.

Tempo previsto de execução:  3 horas

Materiais necessários

DVD player, computador, data show, canetas e folhas de sulfite.

Conteúdos abordados

• Conceitos sobre cidadania

• Formas de participação

• Participação juvenil

Observação

As atividades aqui apresentadas foram sugeridas pela Fundação Conscienciarte e revisadas pelo Instituto Votorantim.

Desenvolvimento da Atividade

Primeira etapa

Em conjunto, os jovens assistem a um filme que aborde a questão da cidadania e mundo do trabalho. Sugestão:

• “Patch Adams - o amor é contagioso” (1998): um estudante de medicina (Robin Williams) começa a usar amor e carinho como armas para ajudar as pessoas hospitalizadas.

Após a projeção, o educador lista com os jovens os aspectos que mais despertaram sua atenção, preparando a discussão sobre cidadania e mundo do trabalho.

Segunda etapa

O educador lê com os jovens os textos “Afinal, o que é ser cidadão?” e “Por um projeto de nação” (Anexo I).

O grupo discute o que entendeu sobre a leitura. O educador traz para o debate algumas perguntas sobre a questão dos direitos e como os jovens podem também assumir uma postura mais ativa e cidadã na sociedade:

• Eu me considero um cidadão ativo quanto aos meus direitos e deveres sociais?

• O que faço para participar da minha comunidade?

• Conheço os meus direitos e deveres e os coloco em prática?

Encerrar a atividade com as seguintes questões:

• O que podemos fazer para que a população se aproprie, de fato, daquilo que lhe pertence por direito?

• O que precisa ser feito no nosso bairro e no nosso município para a construção de um país melhor?

Comentários / Dicas

Sugestão pós-aula: os jovens podem ser motivados a navegar por sites interativos, para que conheçam mais sobre direitos e testem seus conhecimentos (sugestões na seção Para Navegar).

Caso haja interesse, é possível desenvolver outras atividades, usando como base o plano de aula sobre o tema, disponível no Portal Onda Jovem, no qual a educadora Carolina Jardim explora a disposição natural do jovem de formar grupos em benefício de mudanças sociais.

Para navegar

• Quiz Direitos Humanos: quiz on-line elaborado em parceria pelo Portal Pró-Menino e o Conectas Direitos Humanos para treinar os conhecimentos sobre os direitos humanos.

• Cidade dos Direitos: cidade virtual e interativa elaborada pela consultoria Modus Faciendi, do professor Antonio Carlos Gomes da Costa, para o Portal Pró-Menino. Embarcando em um trem, é possível conhecer uma cidade projetada a partir dos Direitos da Criança e do Adolescente, com o compromisso de uma política de promoção integral.

• O Mundo de Dina: site interativo, com histórias sequenciais e jogos da memória, elaborado por Save the Children

(Suécia) para crianças de 7 a 13 anos, que explica a Convenção sobre os Direitos da Criança (ONU), de uma forma compreensível e atraente.

• Galera em Movimento: no site, é possível fazer o download do livro, de mesmo nome, que conta a história de crianças e adolescentes que fazem valer os seus direitos e participam ativamente da sociedade.

Referências bibliográficas

• BENTO, Maria Aparecida S. Cidadania em preto e branco. São Paulo: Ática, 2006.

• CARVALHO, Jose Sergio Fonseca de Carvalho (Org.). Educação, Cidadania e Direitos Humanos. Vozes, 2004.

• IBASE e POLIS. Diálogo nacional para uma política pública de juventude, 2006. Disponível para download.

• MAAR, Leo Wolfgang. O que é política. Brasiliense, 1986

• POERNER, Arthur José. O Poder Jovem. BooLink, 2004

• PINSKY, Jaime. Práticas de Cidadania. São Paulo: Contexto, 2004.

• PINSKY, Jaime. História da cidadania. São Paulo: Contexto, 2004.

Documento anexo


2.2.a (Anexo II): Cartilha Cidadania / Papo Jovem, 2005 (produzida pela Casa de Juventude Padre Burnier para o

evento “Semana da cidadania: o Brasil que a gente quer”)

Conteúdos Orientadores

Questão de direitos

Fonte: Caderno Temático sobre Participação, utilizado em preparação à 1ª Conferência Nacional de Políticas Públicas de Juventude, ocorrida em

2008.

A Constituição brasileira estimula o envolvimento da sociedade civil organizada no debate de soluções para problemas de âmbito local, municipal, estadual e federal. Ela prevê três instrumentos importantes de participação: o Projeto de Lei de Iniciativa Popular, o Referendo e o Plebiscito.

Vários artigos (5, 7, 10, 11 e 204) garantem a plena liberdade de associação para fins lícitos, a livre associação profissional, sindical ou patronal e o direito à informação de órgãos públicos.

Em 10 de maio de 1985, uma Emenda Constitucional restabeleceu as eleições diretas para as prefeituras das cidades consideradas pelo Regime Militar como áreas de segurança nacional. A Constituição também garantiu, a partir de uma reivindicação dos movimentos juvenis, o voto facultativo para jovens entre 16 e 18 anos. A Constituição também reforçou a soberania popular por meio do plebiscito, do referendo e da iniciativa popular, conforme o artigo 14.

O plebiscito é uma consulta prévia sobre determinada matéria de relevante interesse para o País, dirigida aos
cidadãos.

O referendo traduz-se na participação do povo, por meio do voto, com a finalidade de confirmar ou não um ato governamental, ou seja, a sociedade é convocada posteriormente a ato legislativo ou administrativo, cumprindo o povo a respectiva ratificação ou rejeição.

Já a iniciativa popular de leis, que significa a possibilidade de os cidadãos apresentarem projetos de lei à apreciação do Congresso Nacional, requer a subscrição de, no mínimo, um por cento do eleitorado nacional - mais de um milhão e duzentos mil eleitores -, distribuído, pelo menos, por cinco Estados.

Direitos de escolha

Simone André / Fonte: Revista Onda Jovem

Jovens do século que passou, acostumados a aderir a um ou outro ideário social, político e religioso que tomavam como guias de suas formas de militância, estariam demasiado presos à própria juventude quando tratam como indiferença as múltiplas escolhas dos jovens de hoje? Se o mundo adulto não quiser tornar-se, por sua vez, indiferente à juventude de seu tempo terá que se dispor a manter o dedo no pulso deste novo cidadão.

O que pulsa na vida política da juventude? Desejam mudar o mundo? Querem participar das decisões sobre as questões que afetam suas vidas? Conhecem os caminhos da cidadania? Seus interesses e pontos de vista contam nos espaços onde vivem e convivem? Suas escolhas são individualistas ou solidárias? O que pesa na hora em que tomam decisões sobre o destino de seu país?

Ninguém pode furtar aos jovens de hoje o direito de formular, ao seu modo, essas perguntas e, ao seu modo, buscar espondê-las. Se as gerações jovens estão dispostas a criar caminhos para reinventar suas vidas políticas e nosso futuro coletivo, as gerações adultas precisam comprometer-se em assegurar-lhes o direito ao exercício da liberdade e fazer escolhas.



Simone André é psicóloga e educadora. Coordenadora da Área de Juventude do Instituto Ayrton Senna. Membro da Cátedra Unesco de Educação e Desenvolvimento. Co-autora do livro “Educação para o Desenvolvimento Humano”

PLANO DE AULA 2.2.A - CIDADANIA

ANEXO I

Afinal, o que é ser cidadão?

Jaime Pinsky / Fonte: livro “História da cidadania” (ver Referências Bibliográficas).

Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: é, em resumo, ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos. Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho, ao salário justo, à saúde, a uma velhice tranquila. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais, fruto de um longo processo histórico que levou a sociedade ocidental a conquistar parte desses direitos.

Cidadania não é uma definição estanque, mas um conceito histórico. O que significa que seu sentido varia no tempo e no espaço. É muito diferente ser cidadão na Alemanha, nos Estados Unidos ou no Brasil (para não falar dos países em que a palavra é tabu), não apenas pelas regras que definem quem é ou não titular da cidadania (por direito territorial ou de sangue), mas também pelos direitos e deveres distintos que caracterizam o cidadão em cada um dos Estados-nacionais contemporâneos. Mesmo dentro de cada Estado-nacional o conceito e a prática da cidadania vêm se alterando ao longo dos últimos duzentos ou trezentos anos. Isso ocorre tanto em relação a uma abertura maior ou menor do estatuto de cidadão para sua população (por exemplo, pela maior ou menor incorporação dos imigrantes à cidadania), ao grau de participação política de diferentes grupos (o voto da mulher, do analfabeto), quanto aos direitos sociais, à proteção social oferecida pelos Estados aos que dela necessitam.

A aceleração do tempo histórico nos últimos séculos e a consequente rapidez das mudanças faz com que aquilo que num momento podia ser considerado subversão perigosa da ordem, no seguinte seja algo corriqueiro, “natural” (de fato, não é nada natural, é perfeitamente social). Não há democracia ocidental em que a mulher não tenha, hoje, direito ao voto, mas isso já foi considerado absurdo, até muito pouco tempo atrás, mesmo em países tão desenvolvidos da Europa como a Suíça. Esse mesmo direito ao voto já esteve vinculado à propriedade de bens, à titularidade de cargos ou funções, ao fato de se pertencer ou não a determinada etnia, etc. Ainda há países em que os candidatos a presidente devem pertencer a determinada religião (Carlos Menem se converteu ao catolicismo para poder governar a Argentina), outros em que nem filho de imigrante tem direito a voto e por aí afora. A idéia de que o poder público deve garantir um mínimo de renda a todos os cidadãos e o acesso a bens coletivos como saúde, educação e previdência deixa ainda muita gente arrepiada, pois se confunde facilmente o simples assistencialismo com dever do Estado.

Não se pode, portanto, imaginar uma seqüência única, determinista e necessária para a evolução da cidadania em todos os países (a grande nação alemã não instituiu o trabalho escravo, a partir de segregação racial do Estado, em pleno século XX, na Europa?). Isso não nos permite, contudo, dizer que inexiste um processo de evolução que marcha da ausência de direitos para sua ampliação, ao longo da história.

A cidadania instaura-se a partir dos processos de lutas que culminaram na Declaração dos Direitos Humanos, dos Estados Unidos da América do Norte, e na Revolução Francesa. Esses dois eventos romperam o princípio de legitimidade que vigia até então, baseado nos deveres dos súditos, e passaram a estruturá-lo a partir dos direitos do cidadão. Desse momento em diante, todos os tipos de luta foram travados para que se ampliasse o conceito e a prática de cidadania e o mundo ocidental o estendesse para mulheres, crianças, minorias nacionais, étnicas, sexuais, etárias. Nesse sentido, pode-se afirmar que, na sua acepção mais ampla, cidadania é a expressão concreta do exercício da democracia.

Sonhar com cidadania plena em uma sociedade pobre, em que o acesso aos bens e serviços é restrito, seria utópico.
Anápolis faz a entrega de remédio para hipertensos e diabéticos em casa.


Contudo, os avanços da cidadania, se têm a ver com a riqueza do país e a própria divisão de riquezas, dependem também da luta e das reivindicações, da ação concreta dos indivíduos. Ao clarificar essas questões, este livro quer participar da discussão sobre políticas públicas e privadas que podem afetar cada um de nós, na qualidade de cidadãos engajados.

Afinal, a vida pode ser melhorada com medidas muito simples e baratas, ao alcance até de pequenas prefeituras,  como proibição de venda de bebidas alcoólicas a partir de certo horário, controle de ruídos, funcionamento de escolas como centros comunitários no final de semana, opções de lazer em bairros da periferia, estímulo às manifestações culturais das diferentes comunidades, e muitas outras. Sem que isso implique abrir mão de uma sociedade mais justa, igualitária, com menos diferenças sociais, é evidente.

Por um projeto de nação

Sérgio A. P. Esteves / Fonte: Revista Onda Jovem

O trabalho é o veículo de desenvolvimento humano por excelência. É por meio dele que expressamos a nossa espiritualidade, que diminuímos nossa área de sombra e aumentamos a nossa área de luz, que nos asseguramos de estar a serviço de algo que vale o esforço. Por isso é tão relevante que as pessoas possam fazer do seu trabalho uma contribuição ao desenvolvimento do país. É uma espécie de contrapartida.

O fato de o jovem não dispor de ambientes adequados para refletir sobre a relevância de sua contribuição é preocupante.

De fato, ele se vê pressionado pelo mote contemporâneo do imediatismo e por ameaças, por vezes fantasiosas, de que se ficar pensando em “trivialidades” vai ficar para trás. Isso abala a formação de sua interioridade e destrói muitas de suas potencialidades, da sociedade e do país.
O repasse de Notebooks para professores, subsidia o exercício da Cidadania, feita pela Prefeitura de Anápolis - GO.


Construir e fortalecer uma interioridade significa, portanto, construir e fortalecer a afirmação da individualidade no coletivo, no desenvolvimento do espaço comum. Significa superar o padrão escolar formal, a mergulhar em outras possibilidades, expandir horizontes, reinventar nossa percepção de mundo. Interagir, estabelecendo conexões sólidas com o bem comum. A partir dessa conexão, penso que será mais factível um projeto de país. Acho que já não basta a máxima segundo a qual tudo dará certo se cada um fizer a sua parte. Só há parte quando se tem algum acordo em relação ao todo. Não temos esse acordo, e o todo está apenas esboçado na Constituição. É necessário assentá-lo como realidade.

Sérgio Esteves é diretor-presidente da consultoria AMCE Negócios Sustentáveis.


Fonte:http://www.institutovotorantim.org.br/pt-br/projetosApoiados/FuturoNossasMaos/Nucleo%20Comum%20%20DocLib/2.2A%20-%20Cidadania.pdf
www. anapolis.go.gov.br

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Uma aula de História ao vivo - Anápolis comemora o dia da Vitória


Dia da Vitória

Fim da 2ª guerra mundial

 O dia 8 de maio ficou marcado na história como o dia em que as nações aliadas venceram o nazi-fascismo na II Guerra Mundial: o dia da vitória da democracia. Esse fato histórico é um marco para a humanidade inteira.

Uniram-se países em defesa da liberdade.
Uniram-se as sociedades para viverem livres e soberanas. Somaram esforços as nações democráticas do mundo.
Uniram-se cidadãos comuns, políticos, diplomatas e forças armadas de diferentes países.
Tempos difíceis aqueles! Pagaram alto preço pela existência com o direito à dignidade de viver.
Nossos marinheiros, soldados e aviadores, com exemplar espírito de sacrifício, partilharam o horror da guerra.
Ombrearam, corajosos e eficientes, fortes, disciplinados e destemidos, com os melhores combatentes de todas as Forças Aliadas.
Retornaram vitoriosos
O mundo já não seria o mesmo. O conflito mundial influíra no curso da História das civilizações e do Brasil.
Trouxeram na alma, além da alegria da comemoração do regresso, as marcas da indesejável guerra.
Mas trouxeram, também, no coração e na mente, o reaceso entusiasmo pela democracia.
Como representantes armados de nossa pacífica sociedade, Marinha, Exército e Aeronáutica permanecem atentos e prontos, moral, cívica e tecnicamente, para cumprirem a nobre, necessária e intransferível missão constitucional de Defesa da Pátria brasileira.
Percorreram os árduos caminhos da luta.
Derrotaram o inimigo.
Celebraram a paz.
O Dia da Vitória confirma que não se renuncia à luta quando só ela pode restabelecer o equilíbrio e conquistar a paz.
Não se desprezam impunemente as armas quando elas são a última razão entendida pelos que desprezam a liberdade e amesquinham a segurança nacional.

O Comandante da Base Aérea de Anápolis Cel Av Alcides Teixeira Barbacovi, promoveu uma brilhante homenagem aos ex pracinhas da FEB (Força Expedicionária Brasileira), que combateram na II Guerra Mundial. De Anápolis foram os seguintes combatentes:
Sr. Cap Waldyr O´Dwyer
Sr. Pedro Afonso de Souza
Sr. Antonio Gomes Ferreira
Sr. Calixto Afiune
Sr. Eldevício Amor de Souza
Sr. Gerson de Deus
Sr. Guilherme Fleury Curado
Sr. Manoel Gomes
Sr. Olentino Correa Peres
Sr. Sebastitão Gonçalves Moreira
Sr Wilson Moreira de Andrade.

Alguns já nã estão mais no meio de nós, mas sempre serão lembrados. O Cap O'Dwyer fez um discusso que comoveu ba todos os presentes. Ele narrou a ttrajetória da ida, dos combates e do retorno da Guerra.
O comandante da Base Aérea, também ressaltou a participação do primeiro grupo de Aviação de Caça , "Senta Pua"

Com novas tecnologias e novas estratégias, em Anápolis, o 1º Grupo de Defesa Aérea (GDA)...





 Caças brasileiros da Base Aérea de Anápolis



hoje também sedia o Projeto SIVAN, que consiste em modernas aeronaves com tecnologia de ponta, que monitoram 24h, a Amazônia braileira.
Esta cerimonia não foi apenas uma aula de campo, foi um demonstrativo da força e da fé do povo brasileiro.


Fonte: Base Aérea de Anápolis - BA AN
Texto: Professora Eucárice Cabó

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Consciência ambiental - não é fácil


Utilizando o filme "Ilha das Flores", estou trabalhando em forma de palestra com construção de relatório, na Escola Municipal Maria Aparecida Gebrim, todas as quartas feiras do mês de maio/11.
O Objetivo é diferenciar lixão de aterro sanitário, onde após o filme, apresentei slaides do Aterro Sanitário Municipal de Anápolis e da Cooperativa de Resíduos Sólidos.


Com um número menor de alunos, foi possível ouvir e responder as dúvidas e sugestões do alunos participantes.
Após analisarmos as situações, foi revisto as questões do reaproveitamento, reutilização e principalmente, sobre a Educação para Consumo. É necessário que façamos a nossa parte, reduzindo a produção de lixo, pois ataulmente 1.350 toneladas de lixo por dia são recolhidos pela Delta Construção. Neste número está contido também materiais diversos, como no caso de entulhos e outros.
Temos uma missão muito grande e precisamos que toda a sociedaade se mobilize nesta ação.
Faça sua parte, mesmo que pequena, não tem problema, pois no final tudo fará a diferença.

Imagem e Texto: Professora Eucárice Cabó

Nicotina e cocaína têm modos de atuação semelhantes no cérebro

Consumidas pela 1ª vez, substâncias acionam os mesmos mecanismos.
Conclusão é de pesquisa da Universidade de Chicago, nos EUA.

Os neurocientistas aceitam que o aprendizado e a memória sejam codificados pelo cérebro por meio de um processo chamado plasticidade sináptica, que é o fortalecimento e o enfraquecimento das conexões entre os neurônios. Quando dois neurônios se ativam com muita frequência, a ligação entre eles fica mais forte, e eles se tornam mais capazes de interagir.

Em pesquisas anteriores, os cientistas já tinham descoberto que a nicotina desencadeia esse processo numa região do cérebro chamada área tegmental ventral (VTA, na sigla em inglês). É nessa região que se produz a dopamina, neurotransmissor que atua sobre o sistema de recompensas do cérebro. Esse mecanismo está relacionado ao prazer em atividades vitais para a espécie, tais como alimentação e sexualidade, mas também desempenha um papel importante nas relações de vício.

O atual estudo buscou compreender melhor como funciona o processo de plasticidade provocado pelo cigarro. Os pesquisadores fatiaram cérebros de ratos dissecados e colocaram as fatias numa solução com concentração de nicotina semelhante à de um cigarro.
Nos testes, eles descobriram que um receptor da dopamina chamado D5, que já era associado à ação da cocaína, também é necessário para que a nicotina atue no cérebro. “Descobrimos que a nicotina e a cocaína empregam mecanismos similares para induzir plasticidade sináptica nos neurônios da dopamina na VTA”, disse Danyan Mao, um dos responsáveis pelo estudo.
“Sabemos com certeza que há grandes diferenças na forma como essas drogas afetam as pessoas, mas a ideia de que a nicotina trabalha com as mesmas conexões que a cocaína indica por que tantas pessoas têm dificuldades em largar o tabaco, e por que tantos que experimentam a droga acabam se viciando”, afirmou Daniel McGehee, neurocientista da mesma universidade que também se dedica a este campo de estudos.

 Fonte: www.globo.com

terça-feira, 26 de abril de 2011

Água uma questão a ser (re) pensada


Durante quarenta dias de quaresma, muitas reflexões foram feitas com relação ao Meio Ambiente. Diferentes comunidades elaboraram planos de ações, para recuerar a ação do homem no Planeta. Muito se discutiu  e mobilizou.
Agora eu pergunto, toda essa movimentação terá continuidade?
As pessoas têm memória curta. Tudo se transforma em modismo e logo é esquecido. Mas a realidade não é passageira. Anápolis hoje vive um sério problema; primeiramente  o fornecimento de água era feito pelo Córrego das Antas, com o crescimento populacional, este foi transferido para o Ribeirão Piancó, que atualmente  capta do Ribeirão Anicuns I e já não está adendendo a demanada da população, com previsão para estender a captação do Capivari e Corumbá. Há uma propabilidade de falta de água que os técnicos responsáveis da SANEAGO, estão estudando, no caso de dois meses de seca. A empresa busca alternativas para sanar o problema, mas se a população não colaborar, fazendo o uso racional da água, a situação tende a se complicar mais.
Por isso, vamos deixar o modismo e a mídia e partir para a prática. "A Terra Geme a Dor do Parto" e a população gemerá pela escassez de água.

Fonte: Engenheiro Benedito Macedo da SANEAGO
Texto: Professora Eucárice Cabó

terça-feira, 19 de abril de 2011

Hollywood no Cerrado abre o I Anápolis Festival de Cinema

Até o dia 18 de abril, Anápolis será o centro do cinema nacional com a realização do I Festival de Cinema que atraiu os amantes da sétima arte e se firmou como uma das maiores manifestações artísticas já realizadas no município. A abertura aconteceu no Teatro Municipal e contou com um público seleto.

Participaram do evento o prefeito Antônio Gomide, o vice-prefeito João Gomes, o vereador Wesley Silva, representando a Câmara Municipal de Anápolis, o secretário municipal de Cultura, Augusto César de Almeida, os diretores do filme Hollywood no Cerrado, Armando Bulcão e Tânia Montoro, o diretor de fotografia do filme, David Pennington, a atriz Eliane Lage, o cineasta João Batista de Andrade e a atriz Neusa Borges.

O festival foi lançado com a primeira exibição pública do filme “Hollywood no Cerrado” que conta a história da diva do cinema Mary Martin, que morou em Anápolis nos anos 50. A história retrata o desejo da atriz de fazer da cidade um grande pólo produtor de cinema. O filme não concorre no festival.

O cineasta João Batista de Andrade disse que ficou muito feliz com a iniciativa da administração em ousar em um evento como este. “Anápolis passa a ser palco de exibição, debates e diálogos do público em geral”, opinou.

Segundo o secretário municipal de Cultura, Augusto César de Almeida, o festival representa um novo marco na cultura anapolina, pois vai movimentar o setor com a presença de atores, atrizes e cineastas famosos. “O festival representa um importante papel no fomento à atividade cinematográfica em nosso município, atraindo o público e os profissionais que vão estar aqui exibindo seu trabalho”, afirmou.

Além disso, acrescentou Augusto, o festival vai contribuir para a descentralização da cinegrafia. Durante a programação está prevista a exibição de filmes em cinco setores de Anápolis: Setor Industrial Munir Calixto, Vivian Parque, Feirão do IAPC, Recanto do Sol e feirão do Jardim Alexandrina. “O objetivo é despertar nas pessoas o interesse pelo cinema, assim como a predisposição em criar obras como essas”, explicou.

A programação continua na quarta-feira, 13, com uma participação especial. As crianças do projeto Cultura e Cidadania vão receber no Parque Martinha, às 16 horas, o ator Murilo Rosa. Ele é o protagonista do filme Orquestra de Meninos, que será apresentado aos alunos.

Dentro da programação do festival ainda está prevista a exibição de filmes para as crianças da rede municipal de ensino com o projeto Festivalzinho e o Encontro de Cineclubes do Centro-Oeste. Oficinas de roteiro, produção e direção também serão ministradas no decorrer do evento, além de debate com diretores, produtores e elenco dos filmes das mostras competitivas. Ainda, durante o festival, serão lançados livros de cunho cinematográfico e ao final do evento está programada a reprise dos filmes em praças públicas.

O encerramento acontecerá no dia 18, às 19h30, no Teatro Municipal, com a premiação dos vencedores. São duas categorias participantes: Longa-Metragem de Ficção Brasileiro “Adhemar Gonzaga” e “Curta Anápolis”, para curtas anapolinos de todos os gêneros. Para prestigiar a mostra a expectativa dos organizadores é de um público de 15 mil pessoas.

Homenagem
A mostra dos Longa-Metragem de Ficção Brasileiro leva o nome de “Adhemar Gonzaga” como forma de homenagear, aquele é que considerado uma das maiores personalidades da história do Cinema Brasileiro.

Jornalista, ator, roteirista, produtor e diretor cinematográfico Adhemar Gonzaga, tem como seu maior legado a Cinédia, com 82 anos de atividades ininterruptas, com perspectivas de expansão de seus serviços e instalações, continuação de seus projetos relativos à memória do Cinema Brasileiro e Produção de Filmes.

Os filmes selecionados para o I Anápolis Festival de Cinema concorrerão ao troféu “Beto Leão de Cinema”.  O prêmio é uma homenagem in memoriam ao ex-crítico de cinema, pesquisador, roteirista, diretor, produtor e escritor goiano


O festival promete movimentar toda a cena cultural de Anápolis. Graças ao potencial artístico e tecnológico, o município será nesses dias o centro do cinema brasileiro.

Confira a premiação:
Mostra competitiva longa-metragem de ficção “Adhemar Gonzaga”
Melhor Filme de Ficção – R$ 24 mil, mais troféu;
Melhor Direção – R$ 12 mil, mais troféu;
Melhor Ator –R$ 12 mil, mais troféu;
Melhor Atriz –R$ 12 mil, mais troféu;
Melhor Ator Coadjuvante – R$ 6 mil, mais troféu;
Melhor Atriz Coadjuvante – R$ 6 mil, mais troféu;
Melhor Roteiro – R$ 6 mil, mais troféu;
Melhor Fotografia – R$ 6 mil, mais troféu.

Mostra competitiva Curta Anápolis - Filme de curtas-metragens “Beto Leão”
Melhor Curta Metragem Anapolino – Prêmio Incentivar - Secretaria Municipal da Cultura. A premiação será destinada à produção de um curta metragem a ser produzido na região de Anápolis e exibido na abertura do II Anápolis Festival de Cinema/2012. Valor do prêmio R$ 36 mil, mais troféu.

Programação:

Longas-metragens

13 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
1º Filme da Mostra Competitiva “Adhemar Gonzaga” – “Orquestra de Meninos”
Reexibição no dia 14/04, às 19h30, no Setor Industrial Munir Calixto

14 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
2º Filme da Mostra Competitiva “Adhemar Gonzaga” – Cinco Vezes Favela - Agora Por Nós Mesmos
Reexibição no dia 15/04, às 19h30, no Vivian Parque

15 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
3º Filme da Mostra Competitiva “Adhemar Gonzaga” – Feliz Natal
Reexibição no dia 16/04, às 19h30, no feirão do IAPC

16 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
4º Filme da Mostra Competitiva “Adhemar Gonzaga” – Antes que o mundo acabe
Reexibição no dia 17/04, às 19h30, no Bairro Recanto do Sol

17 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
5º Filme da Mostra Competitiva “Adhemar Gonzaga” – Os inquilinos
Reexibição no dia 18/04, às 19h30, no feirão do Jardim Alexandrina

Curtas-metragens

13 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
Mostra competitiva “Curta Anápolis” – Entre
Reexibição no dia 14/04, às 19h30, no Setor Industrial Munir Calixto

14 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
Mostra competitiva “Curta Anápolis” – Ouro em Outono
Reexibição no dia 15/04, às 19h30, no Vivian Parque

15 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
Mostra competitiva “Curta Anápolis” – O Arquiteto Equilibrista
Reexibição no dia 16/04, às 19h30, no feirão do IAPC

16 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
Mostra competitiva “Curta Anápolis” – Atrás da Porta
Reexibição no dia 17/04, às 19h30, no Bairro Recanto do Sol

17 de abril
Horário: 19 horas
Local: Teatro Municipal
Mostra competitiva “Curta Anápolis” – A Lenda da Mata
Reexibição no dia 18/04, às 19h30, no feirão do Jardim Alexandrina


 

  

quarta-feira, 13 de abril de 2011

terça-feira, 5 de abril de 2011

Educação e Desenvolvimento - Audiência Pública em Anápolis


Realizou se hoje no plenário da Câmara Municipal de Anápolis, a Audiência Pública com tema "Educação e Desenvolvimento Humano".
O auditório que tem capacidade para cem pessoas, ficou completamente lotado.
Professores das redes de ensino municipal, estadual e universitário, participaram dando suas contribuições nas diretrizes dos trabalhos propostos pela audiência.





Professor  Marcelo Melo Barbosa da Uni Evangélica, Professor Marcelo José Moura Diretor da Unidade de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Goiás e Professora Mirza Seabra Toschio.





Ten Gil e SO Sidney da Base Aérea de Anápolis, Major Silvério do 4º Batalhão de Polícia Militar e Ten Garcino do Corpo de Bombeiros de Anápolis participaram da mesa de debate.


Da direita para a esquerda a mesa foi composta pelo Professor José Theodoro Coelho Diretor do Centro Profissionalizante de Anápolis (CEPA), Professora Líbna Inácio Pereira da Uni Evangélica, Professor Ivana Aparecida Tomé Gestora da Escola Municipal Deputado José de Assis, Vereador Wesley Silva, Professora Virgínia Maria Pereira de Melo Secretária Municipal de Educação, Professor Mário Sérgio da Universidade Estadual de Goiás e Professora Eliane Anderi Diretora do Centro de Formação dos Profissionais (CEFOPE).




A Subsecretaria do Estado de Educação, esteve presente e deu a sua contribuição na construção da Carta Intencional "Educação e o Desenvolvimento Humano". Este documento foi redigido pelo Professor Márcio Leite, a partir dos temas apresentados nos debates.
Professora Carla Cordeiro da Silva Barbaresco Diretora Adminstrativa e Financeira da Secretaria Municipal de Educação, que atualmente trabalha incessantemente para atender as necessidades financeiras tanto da Secretaria Municipal de Educação, quanto das 84 Unidades Escolares e Professora Eliane Anderi, uma parceria de forte peso em bagagem educacional.
Assim que a Carta, for formatada, publicaremos na íntegra o seu conteúdo.

Imagem e Texto: Professora Eucárice Cabó