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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Estudo: desmatamento gera mais perdas do que mercados Richard Black

A economia global está perdendo mais dinheiro com o desaparecimento das florestas do que com a atual crise financeira global, segundo conclusões de um estudo encomendado pela União Européia (UE). A pesquisa, intitulada "A Economia dos Ecossistemas e Biodiversidade" (Teeb, na sigla em inglês) foi realizada por um economista do Deutsche Bank. Ele calcula que os desperdícios anuais com o desmatamento vão de US$ 2 trilhões a US$ 5 trilhões.
O número inclui o valor de vários serviços oferecidos pelas florestas, como água limpa e a absorção do dióxido de carbono.
O estudo tem sido discutido durante várias sessões do Congresso Mundial de Conservação, que está sendo realizado em Barcelona.
Em entrevista à BBC News, o coordenador do relatório, Pava Sukhdev, enfatizou que o custo com a degradação da natureza está ultrapassando o dos mercados financeiros globais.
"O custo não é apenas maior, ele é contínuo", disse Sukhdev.
"Enquanto Wall Street, segundo vários cálculos, tenha perdido entre US$ 1 trilhão a US$ 1,5 trilhão, estamos perdendo capital natural no valor de pelo menos US$ 2 a US$ 5 trilhões todos os anos".
Pobres
O relatório foi iniciado na Alemanha quando o país ocupava a presidência rotativa da União Européia, com fundos da Comissão Européia.
A primeira, concluída em maio, apontou que as perdas com a destruição das florestas equivalem a 7% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.
Segundo o economista, para entender as conclusões do estudo é preciso saber que à medida que as florestas são destruídas, a natureza pára de fornecer serviços que normalmente oferecem de graça.
Como conseqüência, o homem tem de passar a produzir tais serviços, seja pela construção de reservatórios ou de estruturas para seqüestrar dióxido de carbono ou áreas para o plantio que antes estavam disponíveis naturalmente.
Ainda segundo os dados do Teeb, os gastos com a degradação do ambiente recaem mais sobre os mais pobres, que tiram boa parte de seu sustento diretamente da floresta, principalmente nas áreas tropicais.
Para as nações do Ocidente, as maiores gastos se refletiriam com as perdas dos elementos absorvedores naturais dos gases poluentes.
O relatório tomou como base o Stern Review, um estudo divulgado em 2006 na Grã-Bretanha, que analisa o impacto econômico do aquecimento global e afirma as mudanças climáticas podem causar o mais profundo e extenso dano à economia mundial já visto.
"Os dados divulgados no Stern Review fizeram com que os políticos acordassem para a realidade", afirmou Andrew Mitchell, diretor do Programa Global Canopy, uma organização que canaliza recursos financeiros para a preservação florestal.
"O Teeb terá o mesmo valor, e mostrará os riscos que nós corremos se não os avaliarmos corretamente".
Alguns participantes do evento esperam que o novo estudo será uma nova forma de convencer legisladores a criar políticas que financiem a proteção da natureza em vez de permitir que o declínio de ecossistemas e espécies continue.
Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da BBC Brasil.

Fonte: http://economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200810101039_BBB_77521222

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Final dos sorteios da Granol

Foi uma festa só na Escola Municipal Maria Aparecida Gebrim.


Os alunos foram posicionados no hall, enquanto aguardavam o grande momento.


Nesta etapa contamos com brindes também da Água Viva - Sistema de Irrigação


A coordenadora Deise, fez a animação da criançada.


Aluno e Professora do 3º ano "D" - turma que mas óleo trouxe e consequentemente, mas cupons depositou na urna e mais contemplada com o sorteio.


O boné é blinde da Àgua Viva.


Vários professores foram chamados para sortear os cupons.


O kit da Granol, fez o maior sucesso da criançada.


Mais um blinde da Diretoria de Meio Ambiente.


Todos os alunos do turno vespertino assistiram os sorteios.



Esta turminha aguardava o chamado da coordenadora no laboratório de informática.


Esta outra turma, fazia atividades de recuperação de Matemática.
No total foram recolhidos 44 litros de óleo de fritura usado.
Logo estaremos apresentando o resultado para a grande festa "A Escola Campeã faz a Festa", ou seja uma das cinco escolas que mais litros de óelo recolheu.
Aguardem"

Sorteio Granol

Agora foi a vez da Escola Municipal Deputado José de Assis, no Bairro de Lourdes.

Foram sorteados kit com latas de óleo e sacolas da Diretoria de Meio Amabiente


Os alunos terminaram de fazerem as provas e se dirigiram ao pátio para aguardarem a hora do sorteio.


Pouco a pouco a aglomeração foi aumentando e a curiosidade também.


Fábio Sousa da Diretoria de Ciência e Tecnologia, acompanhou o passo a passo do sorteio.


A gestora Ivana, retirou os cupons da urna. Os olhos atentos dos alunos conferiam o nome do aluno contemplado.


Alegria e euforia tomou conta na hora da entrega dos blindes.


A coordenadora Luciene, registrou o nome dos alunos contemplados do turno vespertino nos blindes.
Até o próximo sorteio que será na Escola Municipal Maria Aparecida Gebrim.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Programa Agrinho


O Programa Agrinho teve seu início em 1995 quando foram desenvolvidos a proposta pedagógica que tinha por essência os "temas transversais" e o primeiro material para alunos de 1ª a 4ª séries do Ensino Fundamental.
Na ocasião priorizou-se a temática ambiental em decorrência da necessidade de responder a problema pontual de extrema gravidade no meio rural - o da contaminação da população por agrotóxicos.
Em 1996 iniciou-se a implantação do programa de forma piloto em cinco municípios paranaenses.

 
No ano seguinte, com base na elevada receptividade e participação da comunidade escolar, buscou-se agregar à temática inicial dos agrotóxicos outros temas relativos à questão da saúde.
Em 1998 ampliaram-se e aprofundaram-se as temáticas relativas ao Meio Ambiente (solo, biodiversidade, água e clima) e foi incluído o tema Cidadania, que incorporou as temáticas relativas a Trabalho e Consumo, Temas Locais e Civismo.
Nova modificação fez-se necessária quando o governo estadual iniciou a implantação do processo de nuclearização das escolas, fator determinante para que o Programa AGRINHO passasse a trabalhar com crianças e jovens do meio urbano.
Em meados de 2002, o Programa passa por mais uma ampliação para contemplar outros temas que se faziam igualmente Prioritários: Meio Ambiente, Saúde, Cidadania e Trabalho e Consumo. Novos materiais são desenvolvidos, desta vez para alunos e professores. Um novo ciclo se inicia, e este, se completa em 2006.
Em 2006, quando o Programa completou 10 anos, realizou-se uma ampla avaliação e com base nesta, todo o programa foi repensado e a proposta foi acrescida de novos temas e materiais.
Em 2007, o Programa completa 12 anos de trabalhos no Paraná, o material do aluno recebe outra estruturação, passando a ser organizado por série e não mais por temas, e o material do professor é composto por dois livros.
O público é ampliando, além das escolas da rede pública de ensino, este ano, estaremos trabalhando com a rede particular de ensino, tendo a proposta pedagógica baseada na interdisciplinaridade e na pedagogia da pesquisa.
Hoje realizada premiação do ano de 2009, para 87 municípios goianos, no Centro de Cultura e Eventos da Universidade Federal de Goiás (UFG)



Durante todo o evento a Cia Trupe do Trapo, animou o publico presente.







Eles bricavam até com os brindes da premiação.








O Programa conta com parceiros fortes como a FAEG, SEMARH, Secretario do Estado de Educação, Sindicato Rural, Banco do Brasil, AgroQuímica


As premiações foram aplicadas aos alunos, professores e escola.
Alunos e professores aguardavam anciosos pelo momento da premiação

Professora Eucárice recebendo os cumprimentos da Professora Milka, Secretária Estadual de Educação


A premiação foi dividida em categorias, sendo:
  • Desenhos: 1º e 2º Anos
  • Redação: do 3º ao 9º ano
Cada professor nestas categorias receberam juntamente com seus alunos um prêmio. a escola também foi premiada.

Na outra categoria foram premiados professores destaques pela sua prática pedagógica, onde para o 2º lugar, foi contemplada com uma Motocicleta e o 1º lugar.....

Este carro Zero km.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Projeto Reciclagem

Em parceria das Secretarias Muncipais de Meio Ambiente, Educação e Companhis de Trânsito e Transpote de Anápolis (CMTT) com o SESC, foi culminado hoje o Projeto Reciclagem, envolvendo as Escolas Municipais Monteiro Lobato e Raymundo Paulo Hargreaves.
O projeto teve início no primeiro semestre, e abrangeu 40 Escolas Municipais, onde uma vez por semana, o grupo de oficineiros do SESC realizava o trabalho de cunho seletivo.


Os trabalhos ficaram expostos no hall do auditório da Unidade SESC de Anápolis.


Todos os alunos participaram da confecção dos trabalhos com garrafa Pet


Criatividade não faltou!


Este pulf, foi confeccionado a partir de garrafas Pet de 2 litros


Trabalhos envolvendo sucata e muita arte


O estilo das peças trabalhadas foram os mais variados, porém com muito bom gosto


Esta maquete representa um pequeno riacho, com sua fauna e flora preservada

Os banners detalhavam as ações de consicentização




Apresentação da peça pelos alunos da Escola Municipal Raymundo Paulo Hargreves, sobre a emissão de gazes poluentes na atmosfera, causando o efeito estufa



O auditório estava lotado e as crinaças assistiam atentamente as apresentações





Momento de euforia, foi quando a banda de percussão sob o comando de José Clodoaldo (Zec)
entrou em cena


Os chocalhos foram confeccionados de latas de refrigerantes


Os tambores de plásticos  e latas de 20l, davam as batidas do Olodum




O oficinero Zec, agradece a participação das escolas e reforça a importância da reciclgem

Equipe SESC:
Gabriel - arte
Liliam - teatro
Zec - Banda
Luiz Sérgio - Agente de Cultura

Para o próximo ano crescerá o número de ações e de escolas, e para tanto nos reuniremos em breve para realizarmos um planejamento conjunto:
Secretaria Municiapl de Educação
Secretaria Municipal de Meio Ambiente
SESC

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Inovação

Em uma iniciativa da Diretoria de Ciência e Tecnologia, através da Profª Claudia Helena, Olíria, Luciane Puglisi e da Profª Eucárice Cabó, está sendo implantada a Rede Goiana de Educação Ambiental (REGEA).
Esta rede tem por objetivo, integrar os municípios goianos em ações relacionadas com a Educação Ambiental, visando a divulgação das ações desenvolvidas em cada município, onde a publicação de cada ação subsidiará na troca de experiência para enriquecimento das práticas.
A rede contará com espaço para publicações, registro de fotos e vídeos e interação através da sala de bate papo.
É um momento importante para o Estado de Goiás, pois enquanto o mundo todo se mobiliza para as questões climáticas do planeta, a rede surge como elo entre os municípios e o mundo, ressaltando o trabalho, principalmente voltado para a preservação do Bioma Cerrado.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Melhora dos dados sobre Aids dificulta trabalho de prevenção, dizem entidades

Rapazes homossexuais e bissexuais são mais vulneráveis, diz governo.

Ex-DJ com Aids há 15 anos alerta: 'A vida vale mais que uma transa'.

A melhora dos dados sobre Aids e a maior expectativa de vida para quem tem a doença prejudica o trabalho de prevenção, na avaliação de entidades e especialistas que atuam com prevenção e tratamento dos pacientes com HIV.
Para os especialistas no assunto, o mais importante para combater a doença - nesta terça-feira (1º) é comemorado o Dia Mundial de Luta contra a Aids - é manter o trabalho de prevenção.
Duas pesquisas apresentadas nesta semana trouxeram dados positivos. Dados do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) mostraram que entre 2000 e 2008, o número de novas infecções caiu 17%. Segundo o órgão, as pessoas com Aids estão vivendo mais e cada vez menos gente adquire o vírus.
Outro levantamento, o Boletim Epidemiológico Aids/DST 2009, do Ministério da Saúde, mostrou que o número de casos caiu nos grandes centros urbanos - embora tenha ocorrido um crescimento nas cidades pequenas.
"Diariamente jovens iniciam sua vida sexual e muitos deles sem qualquer cuidado com prevenção de DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e Aids. Isso faz com que venham a ser mais vulneráveis para os novos casos de infecção. (...) Eles não viram o estrago que a Aids fez nos anos 80 e 90. Acham que a Aids é um problema resolvido, solucionado, e se forem contaminados, é só tomar um remedinho".
Coordenadora da área de prevenção da Associação para Prevenção e Tratamento da Aids (APTA) - entidade com apoio da Unesco, Terezinha Pinto concorda e avalia que no Brasil há um "cansaço" do uso do preservativo por parte dos jovens. "A impressão que se tem é que essa geração que não viu o boom da Aids banalizou essa questão. (...) Não se tem a ideia do que significa o tratamento."

Christina Moreira, da Viva Cazuza, diz que a prevenção "já vem sendo colocada em segundo plano" pelas autoridades. "O Brasil fez uma opção de trabalhar na assistência ao portador do vírus da Aids. A medicação é gratuita para todos os pacientes e isso tem um custo monumental. A prevenção é sempre mais barata."

Fome, doenças e seca: consequências do aquecimento global

Magnitude do impacto dependerá do aumento das temperaturas.
Variação poderá oscilar entre 1,8 e 4 graus centígrados até 2100.


Leito seco do rio Gan, próximo a Jiangxi, capital de Nanchang, na China. Urbanização afeta um dos principais rios da região. (Foto: STR/AFP )

Fome, secas e doenças são algumas das consequências nefastas do aquecimento global se a temperatura do planeta subir demais: é o que calcula o Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) em seu quarto relatório, publicado em 2007.

Segundo o grupo de especialistas da ONU, que em 2007 ganhou o Prêmio Nobel da Paz, a magnitude do impacto das mudanças climáticas dependerá do aumento das temperaturas, que de acordo com o IPCC poderão oscilar entre 1,8 e 4 graus centígrados até 2100.

AMÉRICAS
O aquecimento global potencializará a formação de ciclones e ondas de calor na América do Norte e Central, e provocará fome e a desaparição de várias espécies no Sul.
Os dois hemisférios sofrerão com a carência de água potável e o aumento do número de doenças relacionadas ao calor, às tempestades e à poluição urbana.
Na América Latina, as geleiras desaparecerão, "com toda probabilidade" até 2020, reduzindo assim a capacidade hídrica e a geração de energia em muitos países.

É provável também que aumentem a frequência e a intensidade dos furacões na região caribenha
Até 2020, entre 7 milhões e 77 milhões de latino-americanos sofrerão com a falta d'água. O número de pessoas afetadas nesta região pode aumentar para entre 60 milhões e 150 milhões em 2100.

Um aumento da temperatura de 2 graus centígrados e a diminuição da água acumulada no subsolo pode transformar o leste da Amazônia em uma savana, assim como as zonas tropicais do centro e do sul do México.
As zonas glaciares do Alasca e do Canadá terão seu degelo acelerado, colocando em risco a sobrevivência de espécies como focas e ursos polares.
ÁFRICA
Será o continente mais afetado. Até 90% de sua população deve sofrer com a falta aguda de alimentos e água potável em 2080. Até esta data, muitas terras ficarão inutilizadas para o cultivo e entre 80 milhões e 200 milhões de pessoas entrarão para o grupo de famintos crônicos.
Pelo menos 500 milhões de africanos sofrerão com a escassez de água potável se a temperatura média da Terra aumentar em 2 grados centígrados

Cólera, meningite e dengue se espalharão ainda mais e terão seu impacto ampliado

ÁSIA

Entre 185 milhões e 981 milhões de asiáticos experimentarão carências hídricas até 2050, e as plantações de cereais diminuirão em algumas áreas do sul do continente em até 30%.
Até as mais modestas elevações do nível dos oceanos causarão inundações e problemas econômicos nos deltas densamente povoados, onde também aumentará a incidência do cólera e da malária.
No Himalaia, as geleiras de menos de quatro quilômetros desaparecerão por completo se a temperatura do planeta subir 3 graus centígrados
Seu degelo causará inundações e deslizamentos de terra, quando o nível dos rios diminuir devido à ausência da água antes procedente das geleiras.


Incêndio na Grécia: países mediterrâneos enfrentarão uma redução das colheitas e mortíferas ondas de calor. (Foto: ARIS MESSINIS/AFP )

Oceania

Um aumento das temperaturas colocará em perigo várias espécies e ecossistemas da Austrália, Nova Zelândia e das ilhas do Pacífico, com o conseguinte impacto que isso causará na indústria turística.
Até 2030, aumentarão os problemas hídricos, e até 2050, a agricultura e as zonas florestais registrarão uma forte redução

REGIÔES POLARES

Ártico
Até 2100, o gelo ártico terá sofrido uma redução entre 22% e 33%. As mudanças climáticas terá um grave impacto na vida dos quatro milhões de habitantes desta área.

Antártica

O degelo da península antártica continuará com o aumento da temperatura e a perda de gelo antárticos durante o verão pode chegar a ser total.

EUROPA

Os países mediterrâneos enfrentarão uma redução das colheitas e mortíferas ondas de calor.

Nas regiões alpinas, o aumento da temperatura prejudicará a indústria do esqui e colocará em risco 60% das espécies vegetais e animais
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

2º sorteio da Granol

A Escola Municipal João Luiz de Oliveira, participou hoje do segundo sorteio de brindes, oferecidos pela Granol-Anápolis e Diretoria de Meio Ambiente.


Os alunos com ansiedade a mil, não conseguiam aguardar o início do sorteio, inquietos e com os olhos nos prêmios dispostos a sua frente, fizeram uma grande algazarra.



Professora Eucárice, explica aos alunos, que este é o primeiro sorteio, e que outros irão acontecer.


Luciane Puglise Marreto, relembra com a turma a problemática do óleo de fritura usado, feito anteriormente, pela ONG EPA BARRUS.

A equipe executora, participou do sorteio e mais uma vez foram motivados para aumentar o número de arrecadação.

A Gestora Lídia Carla, retirou os cupons da urna. Momento de muita tensão para os alunos.


O Kit com 4 latas de óleo, fez a alegria da criançada, que se comprometeram a devolvè-los como forma de óleo usado.








Aluno do 2º ano, é contemplado com um Kit.








Luciane reforça a ação da equipe executora junto a arrecadação.

Professora Eucárice estimula a competição, sendo que a Escola Municipal João Luiz de Oliveira, está em primeiro lugar no número de recolhimento de óleo.

As crianças são incentivadas a fazerem figa, para serem contempladas.


A Sacola Ecológica da Diretoria de Meio Ambiente, foi a sensação do momento.

Mediante a ação conjunta entre a Secretarias Municipais de Educação e de Meio Ambiente com a Granol-Anápolis, estamos aumentando o número de multiplicadores em Educação Ambiental. O trabalho desenvolvido pelas ONGs, está abrindo mais caminho para esta conscientização, visto que nos meios de comunicação, sempre temos informativos que alertam para as questões ambientais, mas o trabalho corpo a corpo, está surtindo muito mais efeito.
Ao ouvir a Luciane recapitulando com os alunos, o trabalho desenvolvido na semana passada, e eles respondendo, às vezes, simultaneamente, faz-me crer que realmente, toda mudança de postura, só pode mesmo partir da Educação.
Esta afirmação reforça a importância de se valorizar a Educação como princípio, meio e fim de um processo que promoverá a qualidade de vida para os que aqui estão e os que ainda virão.